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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

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Sucesso no novo milênio (2000 a 2004)

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acordo com a empresa suíça de Marketing Esportivo, a ISL, possibilitou ao Flamengo realizar grandes contratações. Nesta época, craques como o iugoslavo Petkovic, Edílson, Gamarra e Vampeta e o respeitável técnico Zagallo foram contratados e ajudaram o clube a conquistar grandes vitórias e títulos importantes para a história do clube.
Em 2000, o Flamengo conquistou o bicampeonato estadual, ao vencer o Vasco no primeiro jogo da final por 3 a 0, no Maracanã, com gols de Athirson, Fábio Baiano e Beto. Na segunda partida, no mesmo estádio, o Fla repetiu a boa performance e derrotou a equipe cruzmaltina por 2 a 1, com gols de Reinaldo e Tuta, conquistando, o bicampeonato estadual.
Mesmo com o final da parceria Flamengo x ISL, que durou cerca de um ano, o Flamengo não deixou a "peteca cair" e continuou o seu caminho de vitórias e conquistas importantes. Em 2001, o clube rubro-negro conquistou mais um tricampeonato estadual, novamente contra o Vasco. No primeiro jogo da final, o Mengo não conseguiu garantir a vitória e acabou perdendo para o arqui-rival por 2 a 1, Petkovic garantiu o único tento do Fla. Na segunda partida, não teve pra ninguém. O Flamengo venceu com méritos o Vasco por 3 a 1, com dois gols de Edílson e um suado gol de Pet, aos 44 do segundo tempo.
A trajetória do Mengo durante o início deste milênio é gloriosa, vale descartar apenas a atuação do clube no Campeonato Brasileiro de 2001, quando por pouco o time não foi rebaixado para a segunda divisão. Em outras competições, o Fla continuou fazendo bonito, conquistou a Copa dos Campeões ao derrotar o São Paulo e chegou à final da Copa Mercosul ao vencer o Grêmio, nos pênaltis. Com a saída de Zagallo do comando da equipe, Carlos Alberto Torres assumiu o cargo e promete surpresas para 2002.
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Ídolos

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Leônidas
Leônidas da SilvaAtacante1936-1941179 jogos150 golsCampeão Carioca de 1939
Domingos da Guia
Domingos Antônio da GuiaZagueiro1936-1943223 jogosCampeão Carioca de 1939, 42 e 43
Zizinho
Thomaz Soares da SilvaMeia1939-1950318 jogos146 golsCampeão Carioca de 1939, 42, 43 e 44
Zagallo
Mario Jorge Lobo ZagalloAtacante1953-1958205 jogos29 golsTricampeão Carioca de 1953, 54, 55Tricampeão Carioca de 2001 como treinador
Evaristo
Evaristo de Macedo FilhoAtacante1953 - 1957182 jogos102 golsTricampeão Carioca de 1953, 54 e 55
Dida
Edvaldo Alves de Santa RosaAtacante1954-1963350 jogos263 golsCampeão Carioca de 1954, 55 e 63
Junior
Leovegildo Lins Gama JuniorLateral e Meia 1974-1993857 jogos (recorde na história do Flamengo)73 golsCampeão Carioca de 1974, 78, 79, 81 e 91Campeão Brasileiro de 1980, 82, 83 e 92Campeão da Copa do Brasil de 1990Campeão da Copa Libertadores em 1981Campeão Mundial em 1981
Bebeto
José Roberto Gama de OliveiraAtacante1983-1989303 jogos150 golsCampeão Carioca de 1986Campeão Brasileiro de 1987
Romário
Romário de Souza FariaAtacante1995-1999240 jogos204 gols Campeão Carioca de 1996 e 1999Campeão da Copa Ouro de 1996
Zico
Arthur Antunes CoimbraMeia1971-1990731 jogos 508 gols (recordista na história do Flamengo)Campeão Carioca de 1972, 74, 78, 79, 81 e 86Campeão Brasileiro de 1980, 82, 83 e 87Campeão da Copa Libertadores de 1981Campeão Mundial em 1981

Apesar de tudo, campeão (1990 a 1999)

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Zico não esteve presente na história do Flamengo como jogador a partir de 90. Mas, um outro remanescente da década maravilhosa rubro-negra seguiu no comando da garotada rubro-negra. Júnior, que voltara ao Flamengo em 1989, comandou o time na primeira metade da última década do século XX. Jogando no meio-campo, o craque conquistou mais dois títulos nacionais, um carioca e alavancou o Flamengo de novo ao posto de um dos melhores times do Brasil.
Em 1990, o Flamengo ganhou a Copa do Brasil no seu segundo ano de existência. No estádio do Serra Dourada, segurou um empate em 0 a 0 que lhe garantia o título, pois vencera no primeiro jogo da decisão por 1 a 0, gol de Fernando. Júnior começava a liderar a geração campeã da Copa São Paulo de Juniores, formada por Júnior Baiano, Piá, Fabinho, Marquinhos, Djalminha, Paulo Nunes, Nélio e outros.
No ano seguinte, em um dos Campeonatos Carioca mais disputados da década, Júnior, o 'Maestro da Gávea', como passou a ser conhecido na época pelo seu requintado futebol na armação de jogadas, organizou a garotada rubro-negra no título carioca, junto com o já experiente Zinho (na foto abaixo) e Uidemar, o Ferreirinha. O centroavante Gaúcho, com seus gols de cabeça, torna-se uma das principais armas do time.
O jogador Zinho
Em 1992, mesmo vindo da conquista estadual, o Flamengo entrou desacreditado no Campeonato Brasileiro. No começo da campanha, até fez jus à falta de fé. Ficou atrás na classificação e parecia não ter forças para chegar entre os primeiros.
Mas, em uma arrancada sensacional, passou à fase decisiva, elimina o favorito time do Vasco e humilhou a constelação de estrelas do Botafogo na final. Para se tornar pentacampeão brasileiro e ampliar a vantagem como maior vencedor desta competição no país, o jovem time do Flamengo contou com os gols de Júnior, artilheiro da campanha com nove gols (feito inédito para o jogador), e o apoio da Nação Rubro-Negra. A torcida mostrou a sua força nos jogos finais, colorindo totalmente o Maracanã em vermelho e preto no último jogo, espremendo os rivais botafoguenses em um canto do estádio.
Nos dois anos seguintes, o Flamengo sofre. Júnior se despede dos gramados e deixa a Nação novamente sem rumo. "Quem é o nosso ídolo agora?" - perguntavam-se os rubro-negros.
NOVOS ÍDOLOS NÃO CORRESPONDEM
Em 1995, o ex-radialista Kléber Leite assumiu a presidência e trouxe consigo Romário (na foto ao lado), o craque da Copa do Mundo de 1994, conquistada pelo Brasil. O novo dirigente tirava o melhor jogador do mundo do clube mais poderoso da Europa, o Barcelona. Junto com o jogador, chega à Gávea Wanderley Luxemburgo, treinador apontado pela imprensa como o melhor do país. A promessa era, então, de um futuro brilhante. No ano do seu centenário, o Flamengo parecia que ia marcar a data com vitórias e títulos. Mas não foi exatamente isso que aconteceu.
Na fase decisiva do Campeonato Carioca, o time abriu ampla margem de pontos do segundo colocado e pareceu que iria dar a primeira alegria antes da metade do ano. Mas, numa final emocionante, perde para o Fluminense por 3 a 2, com o histórico gol de barriga de Renato Gaúcho no fim do jogo, e deixa a taça escapar.
A derrota abalou o início da administração Kléber Leite, que se desfez de parte do time e contratou jogadores para o Campeonato Brasileiro. Em mais uma hábil negociação, trouxe do Palmeiras, clube mais rico do Brasil na época, o atacante Edmundo. Além de ter em seu elenco um trio de frente maravilhoso, com Sávio e Romário também, o Flamengo atingiu o Vasco, ex-clube do jogador.
Mas, apesar de contar com o 'ataque dos sonhos', o time vai mal no Campeonato Brasileiro e perde um título no Maracanã. Numa final em que a torcida rubro-negra lotou o Maracanã sozinha, o Flamengo venceu o Independiente, da Argentina, somente por 1 a 0 - precisava de pelo menos dois gols de saldo - e não aproveitou a última oportunidade de conquistar alguma coisa no ano do centenário.
PROMESSAS E DOIS TÍTULOS CARIOCAS
Romário chegou à Gávea em 1995 prometendo dar alegrias à torcida, mas, passado o primeiro ano, o artilheiro não havia conquistado nada. Já sem Edmundo, o presidente Kléber Leite movimenta os cofres rubro-negros e compra mais jogadores. Do Fluminense campeão carioca e quarto colocado do Campeonato Brasileiro, chegam o lateral-esquerdo Lira, os meias Márcio Costa e Djair e o técnico Joel Santana. Tira do Botafogo a revelação da competição nacional, o armador Iranildo, e traz o atacante Amoroso, destaque da seleção brasileira.
Com bons jogadores até no banco de reservas, o Flamengo ganha o Campeonato Carioca de 1996 sem perder para ninguém - o quarto título invicto na história rubro-negra. Na final, empate em 0 a 0 com o Vasco e muito alívio depois de um jejum de três anos sem títulos.
A alegria dura pouco. Nas competições seguintes, o time não mantém o mesmo padrão. A diretoria compra e vende jogadores, chegando a uma centena de transações até 1998 (fim do seu mandato). Nesta leva, Romário vai para a Europa e volta. Eem mais uma hábil negociação de Kléber :Leite, que chega na frente do Vasco, Bebeto é contratado para reviver com o Baixinho a dupla de ataque tetracampeã mundial, mas sai pela porta dos fundos. Sávio é outro que também afunda junto com a equipe e acaba sendo envolvido numa troca com o Real Madrid.
FUTURO PROMISSOR
A felicidade motivada pelos vascaínos se prolongou em 1999. Edmundo Santos Silva foi eleito presidente e não comprou nenhum jogador para a disputa do Estadual. Limitou-se a manter a equipe e a contratar um gerente de futebol, o ex-goleiro Gilmar Rinaldi. No início do Campeonato Carioca, então, o vice-presidente do Vasco, Eurico Miranda desdenhou e afirmou que os outros clubes iriam disputar o vice-campeonato. Mesmo com um time inferior tecnicamente, o Flamengo supera na raça o rival e leva mais uma taça para a Gávea, a 25ª da sua história.
Durante o ano, o clube se agitou em torno da discussão da proposta de parceria da empresa suiça de marketing ISL, ao mesmo tempo em que começou a se reforçar nos esportes amadores (Oscar, o maior jogador brasileiro de basquete de todos os tempos, e Virna e Leila, da seleção nacional de vôlei, começaram a defender as cores vermelha e preta) e continuou sem contratar no futebol.
No Campeonato Brasileiro, o clube não foi bem. Mas, na Copa Mercosul, ganhou um título internacional oficial depois de 18 anos - desde o campeonato mundial interclubes, em 1981. A forma como foi conquistada agradou em cheio a Imensa Nação Rubro-Negra. Depois de uma semifinal em que se classificou no Uruguai eliminando o Peñarol e agüentando a covardia do adversário, que armou uma arapuca no término da partida e encurralou o time no campo, o Mengão superou o poderoso Palmeiras na final, com atuações soberbas dos jovens valores formados na Gávea, como Rodrigo Mendes, Lê e Reinaldo.
Junto com a decisão, a assinatura do contrato de parceria com a ISL foi firmado, no dia 17 de dezembro, anunciando um futuro de ainda mais glórias para o Flamengo a partir do ano 2000.



Década maravilhosa (1980 a 1989)

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A década de 80 foi a que mais trouxe conquistas para o Flamengo. Anos em que a alegria de ser rubro-negro era maior do que qualquer outra coisa. Tempo em que Zico, o maior ídolo da história do clube, reinava nos campos de futebol, coadjuvado por estrelas como Raul, Leandro, Mozer, Rondinelli, Júnior, Andrade, Adílio, Júlio César, Tita, Nunes e Lico. Fora dos gramados, o esporte amador ganhava tudo o que disputava, na natação, basquete, remo e judô.
Embalado pelo tricampeonato carioca, em 1980, o Flamengo conquista o seu primeiro Campeonato Brasileiro - até então, no Rio de Janeiro, somente o Vasco havia se sagrado campeão nacional, em 1974. Depois de perder no Mineirão por 1 a 0, Raul, Toninho, Manguito, Marinho e Júnior; Andrade, Carpegiani e Zico; Tita, Nunes e Júlio César entram em campo no Maracanã com a obrigação de vencer. O esquadrão rubro-negro faz uma emocionante final com o Atlético-MG, ganha nos últimos minutos, com gol do centroavante rubro-negro. A explosão de alegria seria a primeira de muitas na década.No ano seguinte, o Flamengo teve as maiores felicidades que um clube pode alcançar, tudo isso num espaço de dois meses. De novembro até o fim do ano, o time foi campeão estadual, da Taça Libertadores da América e Mundial, tornando-se o segundo time da história do futebol brasileiro a conquistar a glória de ser o melhor do planeta. De quebra, ainda devolveu uma goleada de 6 a 0 sofrida para o rival Botafogo em 1972 e que ficou por quase 10 anos entalada na garganta dos torcedores rubro-negros.
Participando pela primeira vez da disputa da Taça Libertadores da América, o Flamengo voltou todas as suas forças para essa competição. Mostrou ser bom de bola e valente sem ela também. Superou a violência dos rivais sul-americanos e conquistou o título de campeão do continente, em uma final muito disputada, com o Cobreloa, vencida por 2 a 0 no terceiro jogo, gols de Zico.
No dia 13 de dezembro de 1981, o Flamengo entrou em campo para o jogo mais importante da sua história. Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico eram os onze encarregados de levar o clube rubro-negro à conquista do título mundial interclubes contra o Liverpool, poderoso time inglês.
O Mengão mostrou sua força, enfiou 3 a 0, gols de Nunes (2) e Adílio, já no primeiro tempo e se sagrou campeão do mundo. Era o êxtase maior da Nação, que, em todas as partes do planeta, cantou como nunca a alegria de ser rubro-negro.
No ano seguinte, mais motivo para sorrir, com a conquista do bicampeonato brasileiro. Da equipe campeã mundial, a única mudança havia sido a entrada do jovem Figueiredo no lugar do zagueiro Marinho. Na decisão, o Flamengo venceu o Grêmio no seu terreiro por 1 a 0, gol de Nunes (na foto ao lado)depois de passe de Zico, pra variar.
Em 1983, o terceiro título e a coroação de melhor time do Brasil da década, já no começo da mesma. Na final de Campeonato Brasileiro com maior público de todos os tempos (mais de 155.253 pessoas), o Flamengo novamente não deixou prevalecer a vantagem do empate do adversário. Meteu um gol logo aos 40 segundos de jogo, com Zico, e ampliou com Leandro no fim da primeira etapa. No último minuto, Adílio, o melhor em campo, fechou a goleada. O clube rubro-negro se igualava ao Inter, tricampeão em 1976/76/79, como o clube de maior número de títulos nacionais do país.
Apesar do apogeu, o Flamengo perdeu o seu maior ídolo. Na época em que os clubes estrangeiros começavam a se tornar o eldorado do futebol mundial, Zico se transfere para o Udinese, da Itália, e a Nação fica orfã. O resultado é um jejum de títulos de três anos na década mais gloriosa do clube da Gávea.
O Galinho de Quintino não agüenta de saudades e volta em 1985. Os adversários tremem de novo e, mesmo em recuperação de mais uma cirurgia no joelho e envolvido com a seleção brasileira, comanda um time jovem ao título de campeão carioca de 1986, o segundo da década de 80. Nesta equipe despontava aquele que poderia ter sido o seu substituto, mas que não aproveitou a chance e se perdeu em outros clubes. Bebeto foi destaque da campanha e começou a se firmar entre os profissionais.
Em 1987, junto dos veteranos Leandro, Edinho e Andrade, dos novos talentos desenvolvidos na Gávea, como Jorginho, Aldair, Leonardo, Bebeto e Zinho, e de um endiabrado ponta direita, Renato Gaúcho, Zico levanta a quarta taça de campeão brasileiro, tornando, na época, o Flamengo em maior detentor de títulos nacionais de todos os tempos.
A década terminou de maneira triste para o Flamengo. Em 1989, o craque maior da história do clube da Gávea se despediu dos gramados e deixou uma legião enorme de fãs carentes. Como ficaria o Flamengo sem Zico? Ainda mais que Bebeto e jovens valores da equipe rubro-negra estavam sendo negociados, como Leonardo, Jorginho, Aldair e outros craques veteranos já haviam deixado o clube - Andrade e Renato Gaúcho foram para o Roma e depois retornaram para outros clubes brasileiros e Leandro abandonou os gramados.

PRIMEIRAS COMPETIÇÕES, VITÓRIAS E MUDANÇAS

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A preocupação com o nacionalismo foi marcante no início do Flamengo. Primeiramente, a denominação de grupo, ao invés de clube, palavra estrangeira. Depois, com a aquisição de novos barcos ao longo dos anos, a origem dos nomes foi a indígena (Aymoré, Iaci e Irerê) ao invés dos antigos, derivados do grego (Pherusa e Scyra).
Mas foi com a Scyra mesmo que o Flamengo entrou em sua primeira competição. Um fiasco, causado pela inexperiência dos seus remadores, que comeram um bacalhau à portuguesa com vinho verde antes da disputa. O barco bateu na baliza de sinalização, a tripulação enjoou e, no fim, a embarcação do Botafogo rebocou a Scyra. Passado o primeiro vexame, o Flamengo começou a competir, mas só conseguiu chegar em segundo e terceiro lugar. Por isso, foi logo chamado de Clube de Bronze.
A primeira vitória veio no dia 5 de julho de 1898, na I Regata do Campeonato Náutico do Brasil, com Irerê, uma baleeira a dois remos. Nesta época, o Flamengo já reunia seguidores de todas as classes sociais, dos intelectuais, passando pelas famílias tradicionais, até os empregados de comércio, todos torcedores fanáticos do grupo. As mocinhas que caminhavam na praia do Russel acabam sempre no número 22 e a sede do Flamengo ficou conhecida como a "República da Paz e do Amor".
Antes um pouco, em 23 de novembro de 1896, uma das mudanças mais significativas na história do Flamengo. Como as camisas do uniforme, listradas nas cores azul e ouro, eram importadas da Inglaterra e desbotavam com facilidade devido ao sol e ao mar das competições do remo, Nestor de Barros propôs que elas fossem para vermelha e preta. Junto com a mudança das cores e o crescimento do Flamengo, veio a transformação de Grupo em Clube, sugerida pelo poeta e cronista Mário Pederneiras. Estava definitivamente concretizado o amor rubro-negro pelo Clube de Regatas do Flamengo

historia

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O Flamengo já nasceu com a garra e o espírito vencedor.A idéia da criação de um grupo organizado de remo surgiu em bate-papos de jovens do bairro no Café Lamas, no Largo do Machado. O objetivo era entrar na disputa com clubes de outros bairros, como o de Botafogo, que já atraíam a atenção das mocinhas da época.
Jovens remadores - José Agostinho Pereira da Cunha, Mário Spindola, Nestor de Barros, Augusto Lopes, José Félix da Cunha Meneses e Felisberto Laport - resolveram comprar um barco. O escolhido foi um já velho, porém adequado às finanças disponíveis. Cotizaram o dinheiro, adquiriram o primeiro patrimônio, que foi nomeado de Pherusa, e fizeram uma reforma completa para utilizá-lo.
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